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A participação feminina na compra da casa própria, sozinhas ou compondo a renda do casal, cresceu nos últimos anos e se tornou fundamentalRaphaela Ribas10/07/2019 - 00:05 / Atualizado em 10/07/2019 - 10:02

Os financiamentos, tradicionalmente bancados em maior parte pelos homens, agora, passam a contar com a renda delas Foto: Pixabay

RIO — Tradicionalmente, as mulheres sempre tiveram o maior poder de decisão na compra de um imóvel. Independentemente de quem pagasse — geralmente o homem, até então —, elas que costumavam bater o martelo, mesmo na decisão conjunta. De cinco anos para cá, porém, essa realidade mudou. Agora, a participação delas no mercado imobiliário como pagadoras também tem se tornado fundamental.

Uma pesquisa da Inteligência de Mercado da incorporada RJZ Cyrela revela que, atualmente, 63% dos compradores de imóveis no Rio são mulheres. Outros dados do recorte sobre o perfil de comprador — aqui, incluindo os homens — mostram que 56% são casados, 19% estão em um relacionamento estável, 18% são solteiros e 6% noivos. Em relação ao nível de instrução, 73% têm ensino superior, 16% têm pós-graduação e 11%, o ensino médio completo. Já quanto à idade, a maioria está entre 35 e 44 anos.

Um outro levantamento, desta vez realizado pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios de (Abac,) também mostra crescimento da participação delas: em maio, 35% das vendas de consórcios de imóveis no país foram feitas para mulheres. E, ainda de acordo com esta pesquisa, na comparação com os cinco primeiros meses de 2018, houve um crescimento de 14% de mulheres ativas com o consórcio.

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Apesar dos números, ainda é difícil mensurar com precisão a quantidade de mulheres que compram seus imóveis sozinhas ou o quanto elas participam na composição de renda. Contudo, a percepção de incorporadoras, imobiliárias e de quem está na linha de frente do mercado é de que, além da aquisição individual, cada vez mais o financiamento do imóvel pelo casal só é possível com participação da renda delas.

— A participação feminina na economia brasileira é muito grande hoje, seja qual for seu estado civil. Elas passaram a ser grandes consumidoras de vários mercados, e um deles é o imobiliário. Há um expressivo número de mulheres comprando imóveis sozinhas — afirma Luiz França, presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc).

— E quando se fala em composição de renda, dada a posição que elas vêm tomando na economia brasileira, o público feminino é uma parte importante da compra — acrescenta.

FONTE: https://oglobo.globo.com/economia/imoveis/agora-que-sao-elas-mulheres-estao-comprando-mais-imoveis-do-que-os-homens-23791972  

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Inicialmente comercializando imóveis com outros nomes fantasias, com a da mudança no mercado em geral e percepção do fenômeno da “MULHERIZAÇÃO” (fonte: O termo Mulherização: foi criado pelo professor de marketing Carlos Alberto Júlio, que também é presidente da empresa HSM. A denominação surgiu em seus livros sobre tendência de consumo), e com vários exemplos de serviços de empresas privadas direcionadas a “MULHER” e serviços públicos focados na mulher como, por exemplo, “Hospital da Mulher” e muitos outros exemplos que poderá ser usados.

Na literatura, (livros ou on-line) existem muitos conteúdos bons publicados, que justificam o conceito de Marketing da Imobiliária da Mulher®.

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Jornal Estadão

Economia & Negócios

    

Com captações bilionárias e juro baixo, setor imobiliário inicia ciclo de expansão


Com aumento de 70% nas vendas de imóveis residenciais em SP até setembro e melhora no mercado corporativo, setor se prepara para aceleração maior em 2020

Mônica Scaramuzzo, Fernando Scheller e Márcia De Chiara, O Estado de S.Paulo

03 de novembro de 2019 | 04h00

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O mercado imobiliário pode estar perto de uma retomada vigorosa. De julho para cá, seis construtoras e incorporadoras captaram R$ 3,8 bilhões em novas ofertas de ações para colocar o pé no acelerador em seus projetos residenciais e comerciais. Com a queda dos juros – a taxa Selic atingiu 5% ao ano na última semana – e o maior interesse de investidores no setor, a expectativa é de que as captações possam dobrar nos próximos meses, já que outros grupos se preparam para ir à Bolsa.

O ânimo do setor é uma boa notícia para a economia como um todo. “Tradicionalmente, esse segmento antecipa o cenário de crescimento econômico. Há expectativa de recuperação do PIB, a expansão deve ser menos intensa, mas sustentável no longo prazo”, diz Alessandro Farkuh, responsável pela área de banco de investimento do Bradesco BBI, que coordenou boa parte das operações das construtoras na Bolsa.

Expansão do setor imobiliário ainda se resume a São Paulo Foto: Jefferson Pancieri/Prefeitura de São Paulo

Com esses recursos, as construtoras pretendem abrir novos canteiros de obras, sobretudo em São Paulo. E isso já se reflete em outros setores da indústria. “Começamos a sentir nas últimas semanas maior demanda por aço vinda do setor imobiliário”, disse Gustavo Werneck, presidente da Gerdau. O mesmo movimento deve acontecer com o cimento e outras matérias-primas.

Quem se movimenta pela capital paulista percebe que guindastes voltaram a fazer parte do cenário. Dados do Secovi-SP, obtidos pelo Estado, mostram que, de janeiro a setembro, foram comercializadas 30,5 mil unidades residenciais só na capital, número 70% maior do que o do mesmo período do ano passado. “Isso é mais do que as 29,9 mil vendidas em 2018 inteiro”, diz Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP. Só em setembro foram comercializados 4.055 imóveis – a maior marca para o mês e cerca de 50% acima da média histórica.

A retomada do setor, que usa mão de obra intensiva, poderá ser um alento para um indicador que se recusa a apresentar melhora significativa nos últimos anos: o desemprego. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) da semana passada mostraram que a taxa ainda é de 11,8% no País, com 12,5 milhões de pessoas sem trabalho. Dos empregos gerados, a maioria é de vagas informais.

Concentração

As obras, contudo, ainda estão concentradas em edifícios residenciais e comerciais de médio e alto padrão, diz Ana Maria Castelo, analista da FGV/Ibre. “Não vejo um boom generalizado como em 2007, quando muitas companhias foram à Bolsa. A recuperação mais robusta da construção civil virá com a retomada das obras de infraestrutura.”

Diversas fontes de mercado ponderaram ao Estado que a expansão do setor imobiliário ainda se resume a São Paulo, cujo mercado se descolou do resto do País. De olho nessa oportunidade, a MPD Engenharia, líder em apartamentos de alto padrão em Alphaville, vai investir até R$ 2 bilhões em empreendimentos nos próximos três anos. Segundo o presidente da empresa, Mauro Dottori, entre 70% e 80% dos recursos serão direcionados para a capital paulista. “São Paulo tem maior dinamismo e retoma primeiro do que outros mercados.”

Além das ofertas subsequentes em Bolsa, que são uma importante fonte de financiamento para construtoras, os proprietários de edifícios têm sido assediados por fundos de investimento imobiliário de bancos. Para garantir retorno a seus cotistas, as instituições financeiras estão comprando edifícios corporativos “maduros”, que já estão alugados para empresas. 

A Tishman Speyer, que desenvolve prédios residenciais e corporativos, vendeu por R$ 1,2 bilhão a torre que abriga a sede corporativa do BB, em Brasília, a um desses fundos. A empresa já tem R$ 1 bilhão captado para investimento adicional no mercado brasileiro. “Além desse dinheiro captado, está mais fácil conseguir crédito nos bancos para viabilizar projetos”, afirma Daniel Cherman, presidente da Tishman Speyer no Brasil.

Fonte: https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,com-captacoes-bilionarias-e-juro-baixo-setor-imobiliario-inicia-ciclo-de-expansao,70003073932?fbclid=IwAR3bAaBVm9vYB9UfbTLM7h2LueQxqNFC4rZ0KrAmSyxkfXty-XckrrGQOCU 

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